GAE: Gabinete de Apoio ao Estudante da FBAUP

Arquivos para a Categoria ‘3º Ano’

?#4 Estou agora no 3º Ano da LDC. Ainda tenho 3 unidades curriculares em atraso, de diferentes anos curriculares. a) Frequentarei o 4º Ano normalmente e b) farei exames às unidades curriculares em atraso? c) Se desejar fazer mais unidades curriculares que me interessem, da minha ou de outras licenciaturas, posso fazê-lo? d) Se passar, concluo a Licenciatura? e) Que Licenciatura, nova ou “antiga”?

Publicado por GAE.FBAUP em Junho 10, 2007

a) Sim, frequentará o 4º ano normalmente, excepto se exceder o limite de créditos em que cada estudante se pode inscrever em cada ano curricular (72 ECTS). Se exceder este limite, terá que se inscrever prioritariamente nas Unidades Curriculares que substituem aquelas em atraso, podendo inscrever-se nas Unidades Curriculares do 4º ano até atingir o limite de 72 ECTS. Assim, além da totalidade de um ano lectivo (60 ECTS) qualquer estudante poder-se-á inscrever em unidades curriculares suplementares até ao limite de 12 ECTS por ano.

b) Não fará exame às unidades curriculares em atraso, porque estas extinguem-se no final deste ano lectivo (2006/07). Todavia, poder-se-á inscrever, nos limites anteriormente referidos, nas unidades curriculares que lhes conferirão equivalência (caso existam) ou em unidades curriculares com o mesmo número total de créditos que tiver em atraso.

c) Sim, pode. Poderá fazer até um total de 15 ECTS suplementares aos 240 ECTS previstos para obter o grau de Licenciado. Terá é que respeitar o limite de 72 ECTS em que se poderá inscrever em cada ano. Poderá conferir estes dados no regulamento da LDC.

d, e) Sim. Se tiver aproveitamento às unidades curriculares do 4º ano e àquelas que fizer para substituir as que tem em atraso será Licenciado em Design de Comunicação pela FBAUP (Licenciatura nova já adequada a Bolonha). Os nossos parabéns!

Publicado em 3º Ano, 3º ano; 4º ano, 4º Ano, atraso, bolonha, equivalências, estudante, fbaup, transição curricular | 1 Comentário »

?#1 Que traz Bolonha verdadeiramente de novo ao meu percurso académico e ao modo como a sociedade o encara?

Publicado por GAE.FBAUP em Junho 10, 2007

1) Competências:

A Declaração de Bolonha acrescenta, como objectivo da formação universitária de 1º Ciclo (Licenciatura), a aprendizagem, desenvolvimento e experimentação de competências (saber como fazer), ao objectivo já existente de aquisição e prospecção de saberes especializados (conhecimento).

2) Autonomia:

Bolonha convida o estudante a trabalhar sob uma perspectiva de maior autonomia academicamente orientada. A maior autonomia do percurso académico de cada estudante é particularmente visível em:

a) No maior número de horas de trabalho autónomo desenvolvido fora das horas de contacto (aulas presenciais). As aulas são encaradas como pontos de encontro para a enunciação e problematização de conceitos fundamentais que serão desenvolvidos e investigados autonomamente pelos estudantes a partir das referências e linhas de investigação indicadas pelos docentes, exigindo uma permanente monitorização deste trabalho pelos docentes, quer à distância, quer pela aferição do trabalho autonomamente desenvolvido em espaço de aula. Assim, apesar de se ter verificado uma redução global do número de anos de estudos universitários (horas de contacto) necessários para a conclusão do 1º Ciclo (Licenciatura), o volume de trabalho que o estudante terá que desenvolver não será forçosamente menor (horas totais).

b) Na exclusividade de cada plano de estudos. Dificilmente haverá dois estudantes que cumpram um plano de estudos rigorosamente similar. Além da possibilidade de, dentro do Curso de Licenciatura, poderem escolher áreas de maior desenvolvimento (ramos, nucleares e projecto), os estudantes terão acesso a um número de unidades curriculares que terão que ser escolhidas por si, a partir dos planos de estudos da sua Licenciatura, de outras Licenciaturas da FBAUP, de outras Licenciaturas da U. Porto, de outras Licenciaturas de outras Universidades Portuguesas ou estrangeiras (quando existirem acordos de mobilidade) ou até de trabalho autónomo desenvolvido sob a forma de “Estudos Independentes”.

c) Na crescente interdisciplinaridade. Além dos próprios planos de estudo estarem particularmente atentos ao olhar aprofundado sobre a contemporaneidade, sem descurar a consolidação dos saberes e competências estabelecidos como essenciais, procuram fomentar o cruzamento de saberes e competências com áreas conexas. Este cruzamento poderá ser feito desde o 1º Ciclo, na escolha do 2º Ciclo (Mestrado), ou no desenvolvimento de projectos transdisciplinares que possam vir a ser creditados. O grau desta interdisciplinaridade dependerá, evidentemente, dos interesses científicos do estudante e da apreciação que destes for feita pelos docentes e órgãos do curso respectivos.

3) Creditação:

Bolonha impõe a creditação uniforme dos Cursos de Ensino Universitário. Esta creditação (cada crédito ECTS) corresponde a um volume de trabalho que será igual em todos os países subscritores. Assim, independentemente da duração (nº de semestres ou anos curriculares) de um dado ciclo de estudos, o estudante será sempre portador de um determinado nº de créditos. Estes poderão corresponder a uma titulação em grau (Licenciado, Mestre, Doutor) ou não (Pós-graduação, formação contínua ou cursos especializados). Independentemente do Grau, cada Estudante possuirá (sempre e para sempre) um “passaporte académico” que indicará o nº de créditos total que detém de formação universitária, bem como a proporção em que estes se distribuem por área científica e unidade curricular. Tal permitirá:

a) uma maior legibilidade do percurso académico de cada estudante, para este, para a academia e para o mercado.

b) uma maior consideração por todo o trabalho académico desenvolvido, visto que mesmo os estudos não conducentes a grau serão creditados no percurso académico de cada um.

c) uma maior tradutibilidade do percurso de cada estudante entre instituições, entre países, entre instituições e mercado, e entre diferentes momentos da vida do próprio estudante (estudo, trabalho, outra vez estudo ao mesmo tempo que trabalha, mudanças e aperfeiçoamentos de carreira profissional e formação, formação profissional em contexto académico, aprendizagem universitária em contexto profissional, aprendizagem ao longo da vida, etc.).

d) empregabilidade: possibilidades de uma empregabilidade mais mutável e dinâmica. Estando Portugal e o Espaço Europeu numa mutação acelerada de uma sociedade pós-industrial para uma sociedade de serviços altamente especializada na inovação, na autoria e na especificidade; e estando o mercado laboral já consolidado como um contexto de carreiras diversificadas (nas competências e saberes), distintas (desenvolvidas paralelamente [trabalhador por conta de outrem e profissional liberal] e, por vezes em simultâneo) e altamente especializadas, a posse de uma certificação universitária especializada, transdisciplinar, vocacional, legível e traduzível pretende adequar o percurso universitário clássico a esta nova realidade e, concorrentemente, colocar este percurso em constante competição entre si e com a realidade que o circunda que, assim, deixará de lhe ser exterior. Esperamos que tal aconteça, com particular incidência e dinamismo, junto dos Estudantes da FBAUP.

Publicado em 1º ano, 2º ano, 3º Ano, 4º Ano, 5º ano, bolonha, estudante, fbaup | Leave a Comment »

ESTUDANTES DO ACTUAL 3º ANO

Publicado por GAE.FBAUP em Junho 9, 2007

Os estudantes que em 2006/07 se encontram a frequentar o 3º ano das ‘antigas’ licenciaturas serão integrados nos novos planos de estudo, pelo que terão a oportunidade de obter o seu diploma após a conclusão de apenas 240 créditos.
Estes estudantes frequentarão os 60 créditos correspondentes ao 4º ano integralmente nos novos planos de estudo, sendo a titulação do seu grau feita segundo os preceitos de Bolonha.
No caso de existirem créditos em falta correspondentes aos 3 primeiros anos dos cursos, estes devem ser concluídos de acordo com o plano de equivalências

Publicado em 3º Ano, bolonha, estudantes, fbaup, transição curricular | Leave a Comment »